Mostrando postagens com marcador Motivação. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Motivação. Mostrar todas as postagens

Sexta-feira, 18 de Abril de 2008

Compreensão oral

Abaixo algumas estratégias para compreensão oral:
- Praticar a longo prazo;
- Planejar e desenvolver suas estratégias pessoais;
- Praticar em etapas;
- Maximizar o objetivo;
- Maximizar a variedade;
- Repetição;
- Ouvir e ler o texto ao mesmo tempo;
- Isolar blocos de linguagem;
- Anotar frases e palavras foneticamente.

See you tomorrow!

Quinta-feira, 21 de Fevereiro de 2008

Um provérbio Chinês para aprender Inglês

Um provérbio Chinês diz algo mais ou menos assim:

quando você ouve, você esquece

quando você vê, você entende

quando você faz, você aprende...

Se você for parar pra pensar, e fazer uma retrospectiva de tudo que já aprendeu, você vai ver que esse provérbio cabe direitinho para essas situações de aprendizado e tudo aquilo que de aprendemos de fato vem do "praticar", botar em prática, fazer, por mão na massa mesmo.

Outro dia eu estava lendo o Blog English Experts - O cone do aprendizado, e realmente esse provérbio esta bem ilustrado. Mas, na verdade o que isso tem a ver com Inglês, ou seja, com o ato de aprender Inglês? a resposta é muito simples, infelizmente uma grande maioria das pessoas que se matriculam numa escola de Inglês, não chegarão ao final do curso e muito provavelmente não seria a primeira vez que estariam (re)começando um curso de Inglês. Mas por que estou falando isso gente? Porque a desistência deve-se ao fato da pessoa achar que não está aprendendo nada e muitas vezes não está mesmo, e de quem é a culpa? 70% é do próprio aluno e eu digo isso porque também já fui aluno.

Hoje dando aulas, eu percebo que o que falta mesmo é cumprir com a terceira frase do provérbio - quando você faz, você aprende -. Portanto, onde está o segredo do aprendizado, o pulo do gato ou a tão procurada fórmula mágica que vai fazer um Oxford ou um Longman entrar em nossas cabeças...simplesmente ela não existe!Tudo que se tem a fazer é praticar, praticar, praticar, fazer, falar, fazer...Se você quer realmente falar Inglês, então comece a praticar suas lições, converse em frente o espelho, fale sozinho, ouça podcast e vá repetindo o que está sendo falado, pratiquem esse é o pulo do gato, the keyword is "pratice" and pratice brings perfect.Vejo vocês amanhã..bye.

Veja também:

Por que ainda não falo Inglês?

Dicas para ser um aluno bem sucedido

Qual seu estilo de aprendizado?

Terça-feira, 29 de Janeiro de 2008

Por que "ainda" não falo Inglês?

Se você ainda não começou a estudar Inglês, a resposta é óbvia!!!Então nem preciso escrever!!
Mas se você já vem estudando há algum tempo e essa pergunta ronda sua cachola sem encontrar respostas, quem sabe você possa encontrar abaixo, pelo uma que traduza a sua realidade.
Acredito que deve sair coisas do tipo: é muito difícil essa língua, isso não é pra mim, ohh God eu não consigo, e por ai vai...

Mas na verdade, o que eu quero é compartilhar com vocês parte da minha experiência como estudante de Inglês(pois ainda o sou!). Vamos ver:

Prioridade:Ponto muito importante, a questão é, por que devo aprender esse idioma. Pesquisas indicam que uma pessoa que fala Inglês pode ter um plus de até 35% na renda em relação a aqueles que não falam Inglês. Se isso enche seus olhos, então estabeleça prioridades, separe alguns minutos do seu dia e se dedique ao estudo, pesquise fontes de estudo, a internet oferece um universo onde se pode aprender de graça. Decida!!! Dê uma olhada em Vale a Pena um Visita e você vai ver do que estou falando, e há muito mais ainda.

Timidez:Dá um branco total, sua cabeça fica um vazio, mau consegue olhar pro lado, treme na base só como olhar do professor. Hum, tímidez! e como vencer a timidez? Já decidiu de fato aprender? Ótimo, então é olheo de peróba na cara e vá em frente, não se importe com o que irão pensar ou dizer. Tudo o que importa, sabe o qué? Vocêêê!! e se isso te serve de consolo...todo mundo tem um pouco de timidez.

Não tenho vocabulário: Esse sem dúvida, eu considero uma das maiores barreiras ao desenvolvimento dos estudos. Muita gente acha que ainda não tem vocabulário suficiente e se põe a esperar até que chegue ao livro 7 ou 8 para ai sim, como num passe de mágica, começar a falar...GRANDE ERRO...comece a falar já, desde o primeiro dia de aula nem que seja um simples How are you? I am fine, thank you; ou um Good Morning, Good Evening, mas comece, crie o hábito(o hábito faz o monge). Com isso, você irá progredindo naturalmente, vá incorporando cada aula no seu dia-a-dia e quando chegar o livro 7 ou 8, você poderá estar agindo de maneira natural e quem sabe até sem aquela timidez.

Viajem ao exterior:E muito bom ir ao exterior, conhecer novas culturas(que faz parte do aprendizado), novos povos e muito mais. Mas se você acha que ainda não fala Inglês por que ainda não esteve no exterior seja a estudo ou a passeio, olha...vou te dar só um exemplo de quem não esteve no exterior e no entanto aprendeu tudo o que sabe aqui, é aqui mesmo no Brasil; Denilso de Lima, conheça a história dele e você vai entender o que eu quero dizer.

Não consigo entender a CNN: Bom, mencionei CNN apenas como um exêmplo, mas podemos nos referir a diálogos, filmes, livros, revistas, etc...E ai você fala, estou estudando, vou às aulas regularmente, confesso que tento, mas não consigo. Hey man, onde está seu fóco? First things First - identifique as palavras que você já conhece e eu acredito que tem muitas palavras que você conhece. Comece a praticar isso, identifique uma, duas, três, quatro palavras do seu vocabulário e já vai dar pra entender alguma coisa, dê preferência a diálogos curtos e vá se aventurando, identificou aquelas que você já conhece? Então agora sim, vai atrás das outras palavras. Faça uso de podcast onde é possível ouvir e acompanhar o texto.

E pra finalizar, eu quero te encorajar a aprender Inglês dizendo que o importante é dar o primeiro passo, estude, pratique, step by step, pratice brings perfect!e aproveitando...obrigado por prestigiarem o Englishcaffe!!See you tomorrow..

Sexta-feira, 30 de Novembro de 2007

Será que vou ouvir....

Foi esse o comentário que recebi hoje, resolvi então transformar em um post, pois essa mesma dúvida deve pairar na cabeça de muita gente.

I've, You're, We'll, I'd. Sendo bem objetivo, muitas vezes em musicas ou séries eu não consigo ouvir de forma alguma o verbo ou o will e would. Poderia me explicar melhor se eu não vou ouvir e mesmo e tenho que adivinhar ou sou eu que não estou com um bom ouvido mesmo.

Bem...você vai ouvir sim, vai perceber e não será necessário advinhar, com treino seu ouvido vai começar a identificar esses sons.
Essa habilidade vem com tempo, logo exercícios de listening vão ajudar em seu progresso, procure ouvir textos lendo-os ao mesmo tempo, principalmente músicas, onde essas contrações são bastante usadas.

Mas podemos dizer que há algumas pistas para identificar esses sons, por exemplo:

I've/have lost my key. Observe que o verbo sempre será o da 3 coluna(Verbos Irregulares)(lose,lost,lost).

You're/are having fun. Neste caso o verbo estará sempre com a terminação ing.

É importante também notar a estrutura e o sentido frase.
Mas a melhor maneira ainda é como já mencionei, ouvir e ler ao mesmo tempo, esse é sem dúvida o que melhor irá te ajudar.

See you tomorrow...

Um bom site para treinar o seu listening compreenhension Train your accent.

Domingo, 18 de Novembro de 2007

Isso tudo realmente funciona?

Nunca houve no Brasil, como agora, tanta gente tentando aprender e tanta gente vivendo de ensinar inglês. Além de uma multidão de professores particulares e estabelecimentos independentes, há cerca de 3200 escolas funcionando no Brasil sob o sistema de frânquia.
Há cinco anos, havia metade desse número. Estima-se que cerca de 20 milhões de brasileiros estejam estudando inglês atualmente, e o número de pessoas que aprendeu a língua franca do mundo contemporâneo é maior hoje do que em qualquer outra época.
Cresce também, em contraponto, a quantidade de gente que tenta, tenta e não consegue, pois não estão..... ....realmente focados no que pretendem. Amplia-se cada vez mais a oferta de diferentes métodos de ensino, o que resulta em uma maior demanda mas também a frustração aumenta. Isso porque esses diferentes métodos se propõe a tudo e de tudo, com várias técnicas para diferentes necessidades, prometendo desde de ampliar as chances no mercado de trabalho até se preparar para uma palestra em Inglês, indo até a navegação sem problemas na internet.
Claro que se alguém imaginar que isso daria certo sem que haja sobretudo, empenho e disciplina, estaria doando dinheiro e perdendo tempo, pois nenhum método fará o milagre de substituir empenho e disciplina.
O idioma Inglês é uma língua viva, cheia de nuances e se modifica ao longo do tempo, portanto para adquirí-la como uma segunda língua, a sua priorização no dia-a-dia se faz necessária devendo fazer parte da vida do aluno. Por outro lado, ajuda bastante a escolha do sistema que mais se adapte à sua personalidade. Veja abaixo alguns sistemas disponíveis e qual pode ser o mais indicado pra suas necessidades:

Aprendendo com música:

Nos anos 70, Georgi Losanov, médico e psicoterapeuta da Universidade de Sofia, na Bulgária, descobriu que a música barroca incentiva o lado direito do cérebro, tira as tensões do dia-a-dia e deixa as pessoas mais disponíveis para absorver conhecimentos novos, inclusive línguas. Baseado nesse estudo, nasceu há 20 anos, na antiga Alemanha Oriental, o curso Superlearning. Composto de 24 lições em fitas e livros, o método se propõe a ensinar inglês em até quatro meses, com apenas 25 minutos de dedicação por dia. Todas as lições têm um fundo musical barroco que, segundo o coordenador Martin Huschka, aciona o lado direito do cérebro e faz o aluno registrar mais facilmente o que ouve.

A Audi, na Alemanha, e a Sony, nos Estados Unidos, usam esse método para ensinar inglês, alemão e espanhol a seus funcionários. No Brasil, o método chegou no começo do ano passado, e hoje cerca de 200 brasileiros já estudaram ou estão estudando inglês com essa técnica. "Eu aprendi inglês em sete meses, depois de tentar durante quatro anos com outros métodos", afirma Anibal Leite, 44, chefe administrativo da Basf, outro adepto do método.

Na sala de aula

A velha escola de inglês é uma espécie em extinção. Já vai longe o tempo em que o professor, muitas vezes apenas um esforçado amador cuja principal qualificação para ensinar era o fato de ser americano ou inglês, passava a aula repetindo the boy is happy. As salas de aula, é certo, continuam sendo o ambiente em que mais se ensina inglês, mas agora há uma imensa variedade de recursos tecnológicos de apoio para professores e alunos - do CD-ROM ao vídeo, do computador à TV a cabo. "Eu preciso de uma escola, com professor, aula e lição de casa, para me obrigar a estudar", diz Maria Rocha Bessa, especialista de processos do BankBoston.

Como escolher a melhor escola para o seu caso? Informe-se sobre os recursos eletrônicos disponíveis, claro, mas dirija seu foco para o ser humano que está dando as aulas. Por mais avançada que seja a tecnologia, o que decide mesmo o jogo é a didática do professor. Ainda mais porque as aulas com CD-ROM podem ser eficientes para um aluno e contraprodutivas para outro. "Não se influencie pelo nome da escola nem pela aparelhagem disponível, mas sim pelo currículo do instrutor", afirma o professor Ricardo Schütz, que ensina inglês há 14 anos. Com mestrado na Arizona State University, o professor Schütz criou um site na internet com sugestões sobre como escolher um bom curso de inglês (www.english.sk.com.br).

A Associação Alumni, de São Paulo, é um dos mais tradicionais centros de ensino de inglês do país. Para não ficar para trás, buscou novas fórmulas para modernizar o aprendizado. Criou laboratório de línguas, instalou computadores para exercícios gramaticais, montou uma videoteca e elaborou um curso de redação pela internet para aperfeiçoamento de texto. Essas ferramentas, não se pode negar, facilitam o aprendizado, mas não adiantam nada sem um compromisso genuíno do estudante. "Existem alguns alunos que dizem 'o professor não ensinou' em vez de 'eu não aprendi' ", diz Marie Adele Ryan, coordenadora da Alumni. "Só assistir às aulas não é suficiente. É preciso sentar, estudar e consolidar tudo o que se aprendeu."

Repeat, repeat, repeat, repeat...

Em São Paulo, a escola Oxford Street atrai alunos de empresas como IBM, Fiat, Philips e Pirelli com um método que se baseia na velha e boa repetição. A idéia é reproduzir o sistema pelo qual os bebês aprendem a falar: ouvir, ouvir, repetir, repetir e acabar falando sem pensar. O método foi trazido da Callan School, uma das maiores escolas de inglês para estrangeiros de Londres. "Não há lousa nem lição de casa. Os alunos ouvem e falam durante toda a aula", diz Marcos Alberto Loureiro, coordenador da escola. "Só mais para a frente é que eles aprendem a ler e a escrever, exatamente como somos alfabetizados em português." O curso completo pode ser feito em um ano se o aluno se dispuser a ter 2 horas de aula por dia.

Aprendendo sozinho

Ser autodidata implica muita, muitíssima, disciplina e dedicação. E mesmo assim ainda há limitações. Rodeada de manuais de gramática, dicionários e CDs, uma pessoa pode aprender, sozinha, a ler e a escrever bem em inglês. Mas quando chega a hora de falar... Para falar, de verdade, só existe uma solução: é preciso treinar na vida real. "Eu aprendi com fitas e livros de um kit, estudando meia hora por dia", diz Philippe Wyffels, do Internexus Business, do Yazigi. "Mas falar mesmo foi só com intercâmbio. Fitas cassete, CDs, vídeos, jogos, testes, bons dicionários funcionam como reforço para a maioria das pessoas. Para os autodidatas funcionam como princípio, meio e fim."

Inglês no travesseiro

Há um método, previsivelmente polêmico, chamado Sleep Learning, que pretende ensinar inglês enquanto as pessoas dormem. Cerca de 10 000 brasileiros já estudaram por esse método. Funciona? O diretor do curso, Luis Carlos Arruda Maeda, garante que sim. "Na última hora de sono o ser humano entra em estado alfa, deixando o lado direito do cérebro acordado, o que permite aprender pelo inconsciente", diz ele. O curso custa cerca de 400 reais e é composto de sete fitas, um fone para ser colocado em baixo do travesseiro e um timer, que aciona o gravador meia hora antes de a pessoa acordar (se perder o sono e acordar antes da hora, se perde). Mas, mesmo que seu sono seja regulado, essa meia horinha não basta. É preciso, depois de levantar, ouvir novamente a lição (sem o travesseiro) e repetir essa mesma aula por 10 a 12 dias. Se fizer isso, segundo Maeda, o aluno colhe os primeiros resultados em pouco mais de dois meses. "De repente comecei a entender músicas e filmes sem legenda", diz o microempresário Leandro Resende Rangel, que fez o curso há dois anos. É importante avisar que o curso não ensina um inglês perfeito, com gramática correta. "O Sleep é feito para aqueles que precisam aprender o básico ou melhorar a fluência rapidamente", diz Maeda. De cada dez alunos, seis desistem - geralmente por se cansarem do método. "Mas os outros quatro têm 100% de satisfação."

Você vai falar, você vai falar...

Hipnose - esse é um dos recursos utilizados nos seminários do educador e especialista em aprendizagem inconsciente Walther Hermann. Em palestras com duração de 19 horas, Hermann junta hipnose com neurolingüística para acionar o lado direito do cérebro. A idéia é que o inconsciente ajuda a captar a sonoridade da língua. Mais de 200 pessoas já passaram por esses seminários. Cerca de 95% aprovaram.

A assistente administrativa do ex-Banco Excel-Econômico, hoje Bilbao Viscaya, Carla Rodrigues Diniz, vivia um drama. Depois de estudar seis anos em um curso tradicional, ela não conseguia falar inglês. Em julho do ano passado, Carla recorreu às palestras de Hermann. "Hoje já consigo manter uma conversa em inglês", diz ela. "Tudo ficou mais claro, até as músicas ficaram mais fáceis de entender."

Inglês sob medida

Há muitos cursos para quem já fala um pouco de inglês e precisa se aperfeiçoar em uma área específica, seja ela economia, administração, informática, hotelaria, medicina ou treinamentos especiais para telefonistas e recepcionistas. Esses cursos valem também para executivos que viajam ao exterior para fazer, por exemplo, a apresentação de um projeto. A Up Language Consultants, em São Paulo, ajuda o aluno a preparar sua palestra. "Revisamos a parte escrita e preparamos uma fita para que ele memorize o vocabulário e a pronúncia correta", diz Heloisa Silva de Freitas Chaves, coordenadora da escola. "Esse apoio é fundamental para que a gente se sinta seguro e não tenha medo de falar", diz Sérgio Eduardo Santos, vice-presidente da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade, Anefac.

Outra escola que faz esse tipo de trabalho é a Internexus Business, com 17 centros no Brasil. Para chegar à meta pretendida pelo aluno, a escola tem dinâmicas personalizadas para cada estudante. Certa vez, para conseguir "soltar" um aluno que tinha empacado, o coordenador Philippe Wyffels recorreu a pincel e tinta. Para aprender, ele precisava relaxar. "Com a pintura, o executivo trabalhou suas ansiedades e emoções e conseguiu até explicar em inglês os conceitos colocados nas telas", diz ele.

Imersão total

Muita gente acredita que o caminho mais curto para aprender inglês é passar uma temporada no exterior, e quanto mais longa, melhor. Isso realmente funciona, mas nem sempre e nem para todo mundo. Há pessoas que passam um ano fora do país e não voltam com um inglês muito melhor do que quando foram. Geralmente é a timidez que impede o aprendizado. Para essas pessoas, há cursos de imersão: aqueles em que, sem sair do Brasil, o aluno passa dias "mergulhado" no estudo, de manhã, de tarde e de noite.

Um curso de imersão que está chamando a atenção dos executivos é o Little England. Quase todo mês, um novo grupo de doze pessoas sobe a serra de Petrópolis, no Rio de Janeiro, para encontrar um cenário que sugere a Inglaterra. Com direito até a pub, o sítio, construído para sediar esse curso, tem serviços de um bom hotel: sauna, suítes individuais e quadras de esportes. Ali, os alunos passam cinco dias falando apenas inglês. "Quem usa o português paga multa", conta Simon St. Claire Smallwood, inglês radicado no Brasil e criador do Little England.

Montado há 16 anos, o curso tem 6 horas diárias de aula, oito monitores, americanos ou ingleses, e atividades como vôlei, caminhadas e jogos, tudo em inglês. A soma de tudo isso dá quase 18 horas por dia de aprendizado. "Sempre estudei inglês, mas tinha dificuldade na fluência. No terceiro dia de imersão já estava até rezando em inglês", diz a secretária executiva da Origin, Heloísa Medina, que participou de um dos grupos.

Estágio, tênis e surf

Para quem já fala um pouco, não tem bloqueios nem sofre com timidez, passar uns meses no exterior é um excelente caminho para aprender inglês. Ótimo; mas, além de aprender, o que a pessoa faz? Há muitos programas, hoje, que tratam de unir as aulas de inglês a alguma atividade paralela, ligada ao esporte ou à arte, por exemplo. Há muitos cursos que juntam inglês com tênis, esqui, equitação, natação ou, ainda, surf, rafting, balonismo, safáris. Outros ensinam pintura, culinária, balé e por aí afora. Outra possibilidade é procurar fazer estágio em alguma empresa. Esta é uma opção que vem crescendo a cada dia. O economista e diretor de vídeos Agnaldo Cardoso fez quatro cursos de inglês no Brasil e não conseguia ir além do nível intermediário. Comprou então uma passagem para Londres. Matriculou-se num curso de três meses com cinco horas diárias de aulas e também conseguiu um estágio de dois meses numa produtora de vídeo. "Aprendi inglês na marra. Se eu não me comunicasse, o trabalho não saía", afirma Cardoso.

Inglês na rede

Os cursos de inglês pela internet estão se popularizando. Há milhares de endereços para quem quer aprender, reforçar ou exercitar o inglês (sem falar nos chats internacionais, nos quais se trocam mensagens em inglês em tempo real). Heloísa Collins, coordenadora do curso Surfing & Learning da Cogeae/ PUC-SP, já formou quatro turmas, ou 80 alunos, pela internet. Os alunos enviam por e-mail sua lição de casa e têm suas dúvidas respondidas em no máximo dois dias. A partir deste ano, o Surfing & Learning - a exemplo de muitos outros cursos pela internet - terá recursos de áudio para o aluno treinar o ouvido. "Aula pela internet é ótimo", diz a arquiteta e designer Márcia Holland. "Fui para a Austrália e não perdi nenhuma aula." Esse tipo de facilidade fisgou também a psicóloga Rosely Sayão. "Onde mais eu poderia aprender inglês às 2 da manhã?", diz ela.

Crédito: Você S.A.

Esse post foi útil pra você?assine o feedSubscribe in a reader

Sábado, 3 de Novembro de 2007

Dicas para ser um aluno bem sucedido...

Abaixo cito algumas atitudes que de acordo com o Prof.Ricardo Schutz um aluno deve ter para que seja bem sucedido no aprendizado da Língua Inglesa.

Ter plena consciência de que línguas são fundamentalmente fenômenos orais e de que os ouvidos são mais importantes do que os olhos no aprendizado, logo, ouvir é mais importante que visualizar;

Procurar falar unicamente inglês na sala de aula com o instrutor e com os colegas; enriquecendo o ambiente;

Possuir autoconfiança e ir além de sua capacidade no esforço de comunicar uma idéia, sem ter receio errar;

Tentar reproduzir a correta pronúncia da língua da melhor forma possível. Esmera-se na arte da imitação;

Procurar entender o significado das palavras novas pelo contexto, em vez de traduzir e folhear constantemente o dicionário;

Ter uma atitude pouco questionadora para com as irregularidades gramaticais do idioma. Tentar aprender mais por intuição do que por dedução;

Ser mais protagonista do que espectador. Participar ativamente das atividades em aula; ajuda a criar um ambiente de inglês; analisa suas dificuldades e seus erros para entender diferenças lingüísticas e ajudar o instrutor a entendê-las também;

Fazer muitas perguntas; aproveitar ao máximo o conhecimento de inglês e de cultura estrangeira do instrutor;

Ser perseverante ao invés de ser ansioso por resultados imediatos.

Comunicar diretamente ao instrutor suas preferências e sugestões de atividades em aula;

Dedicar parte de seu tempo livre para atividades suplementares como assistir TV ou filmes em inglês, música, Internet e leitura;

Espero que essas dicas possam ajudar a encrementar seus estudos. Bye Bye

Leia também:

Qual seu estilo de aprendizado?

Terça-feira, 2 de Outubro de 2007

Qual seu estilo de aprendizado?

Amplamente estudado, o estilo de aprendizado se divide em três categorias:

Visual
Auditivo
Cinestésico

A princípio, essas categorias também são aplicadas nos setores de vendas, para determinar o público alvo e determinar também técnicas de abordagem.

Mas isso também pode ser aplicado ao aprendizado de Inglês.
Então veja em qual dos estilos de aprendizado que você se enquadra e a partir de daí você pode aprimorar sua estratégia, objetivando um melhor desempenho no seu aprendizado.

Visual: as pessoas que pertencem a esse estilo de aprendizado, preferem o uso de livros e flashcards para memorização, pois assimilam com mais facilidade diante da visualização. Por isso recomenda-se o uso de programas de computadores ou vídeos que possam lhes fornecer legendas ou outras dicas visuais para o que estiverem ouvindo.

Auditivos: estudantes auditivos são os que provavelmente desenvolvem com mais facilidade a habilidade de conversação, uma vez que se beneficiam mais que os estudantes das outras categorias, simplesmente ouvindo as aulas, rádio ou músicas. O simples contato auditivo já lhes favorece o aprendizado.

Cinestésico: os estudante cinestésicos, geralmente necessitam de algum tipo de atividades onde haja maior interatividade durante a aula. Geralmente são aqueles que escrevem muito e tomam nota de tudo que o professor fala durante a aula e também são os primeiros que se canditatam para leitura em voz alta.

Adaptando-se ao seu estilo de aprendizado, você poderá ter mais uma ferramenta para facilitar seus estudos.

See you...

Sábado, 29 de Setembro de 2007

Inglês com música

As vezes em minhas andanças pela Internet, descubro algumas pérolas(pearls). Não estou me referindo aquelas pérolas de linguagem, mas sim ao resultado fruto do trabalho que as pessoas fazem, produzem, o tempo que elas investem quando se trata de trazer informação, seja através de um blog ou um podcast.

Não pense que isso renda alguma coisa(financeiramente falando), mas você meu caro leitor e querida leitora, não faz idéia da satisfação que sentimos ao vermos um comentário do tipo:

"Celso lemes disse... That´s a sweet tip my friend."

"anjoazul poesias e cia disse... Excelente blog!Já listei me meus fdavoritos e linkei, pela organização e conteúdo é [passagem obrigatória para quem se interessa pela língua inglesa!"

"Celso Lemes disse... Hi there! Nice tips you have here. I found your blog in a comment that you leave at Problogger and I found it´s a nice blog. It´s hard to belive it´s free. Please, keep doing you great job, I always come here to pay a visit, even when I´m at work (with my cel phone). I have already added you feed to my Feed reader (both - PC and cel phone). Sorry about my english mispelling. Ainda não tenho muita prática."

"Alessandro, The Only One disse... You commited an error when you wrote uptading instead of updating on your blog as you can see in Welcome (Bem Vindo). Don't think I'm a boring guy but when I saw this I had to tell you."

Na verdade, tais comentários é tudo que podemos receber pelo que fazemos, sejam elogios ou críticas.

Mas voltando as minhas andanças, me deparei com algo que pode ser muito útil no aprendizado do Inglês, que é o uso da música.
Assim pode ser uma boa pedida dar uma passada no English Roxxx, não vou me estender muito, o melhor é você mesmo ir lá conferir.

Have a nice weekend.

Terça-feira, 14 de Agosto de 2007

Four quickly hints to achieve the desired learning outcome

1. Plan 20 minutes a day to improve your language skills.

2. Organise you learning through Data Systems(your personal English study organizer): This means you divide your notebook into five parts for listening, speaking, grammar, reading and writing, then:

  • write down words or expression you hear or read which are most relevant for you needs;
  • make notes of you commom errors and review them regularly.
Objective: to find models quickly and easily when you need them.
  • Use the resources available to you, TV, tapes, CDs internet, magazines, newspapers, audio book...
Objective: to help you to get used to different accents, pronunciation and fluency; to increase your range of vacabulary, and structures within a context; to get exposure to colloquial language.

3. Strategies:

  • Listening: focus on content words which give you the main idea. You don't have to understand every word. Summarise information.
Objective: to increase your familiarity with the language.
  • Speaking: substitute information models(e.g.How about...?) according to a specific situation. Speech routines in specific settings.
Objective: to help you to direct, precise and accurate.
  • Grammar: choose a structure of the week, look/listen for patterns in articles, books, emails,TV news, songs...Write the patters down and make up your ons sentences.
Objective: to give you a framework to express yourself accurately.
  • Vocabulary: mind map a topic group then write a paragraph using the new word(weather>rainy/sunny/cloudy/overcast...)
Objective: to expand and build up confidence to use new words.
  • Reading: read aloud in chunks. Avoid reading word by word.
Objective: to improve pronunciation, rhythm, intonation leading to fluency.
  • Wrinting: keep examples of letters, e-mails, memos, repor style according to your area of interest.
Objective: to have easy access to useful expressions that are regularly used.

4. Take risks and try to depend on yourself more.

Quarta-feira, 27 de Junho de 2007

Planning with Jesus

If you want to plan your life, your carrier, you should learn about some principles of Jesus and the way he handled his life and succeed his plan.

Plan, this is the base to succeed. You must have plan and Jesus had one, he obeyed and followed it through, he knew where he was going to and kept on it. A plan make you take control over our energies and activities.

Do you get ready to do what you want to do? Inadequated prepare causes you to fail with negatives results. Jesus had worked on in for thirty years until he got ready to start his plan. Parable_of_the_Ten_Virgins teach us about the inadequated prepare.

Do not be trapped by arrogance, because arrogance is not only intolerable but also a bad business. The best way to avoid falling into this trap is to pratice the humility, even Jesus, being who he was as the Son of God, got on his knees before humble men and washed their feet.

Learn to say thanks. It could be hard to say thanks in every occasion or situation but do it like Jesus and say thanks often.

Do not retain all the Glory for yourself. Jesus gave us an example about that specially when it comes to compliment someone else before the others. We can see that when Jesus talked about John Baptist which was devotade servant of Jesus.

Establish authority. Whatever you do, you must know the extension of your authority and you must carry it out. Jesus took up the responsability based on the authority of the Scriptures and the commission that he had received from his Father. In fact he used to submit to a higher authority - Luke 22:42

. Be a servant. That's what Jesus emphasized all the time, we should be servants, we should give the others importance, believe them and help them to make their dreams come true. Take care of the people around you and you will find the way to succeed what you want.

Teach. Be a master, be a success, be like Jesus following his example. Jesus was called Master, Rabi, because he was always teaching something to someone and the four Gospels show us the light of teaching. Everyone of us has something to teach.

Well, hopefully you should enjoy it for your personal life, your carrier and your English too.

Bye-Bye...

Design by Dzelque Blogger Templates 2007-2008